Marca e patente são protegidas pelo mesmo órgão, o INPI, mas em sistemas separados. A consulta de marca (nome, logo, identidade comercial) é feita no e-Marcas. A de patente (invenção, processo técnico, produto tecnicamente novo) fica em outro sistema. Confundir os dois é comum, principalmente entre quem em Londrina lida mais com o dia a dia comercial do que com pesquisa aplicada.
Pra grande maioria dos negócios, o que importa é a marca: nome, e às vezes o logo, dentro da classe certa de atividade. Patente entra em cena quando existe uma invenção real por trás do produto, algo tecnicamente novo, não só um nome bem escolhido. A lógica da consulta de marca (base pública, risco por semelhança, classe que muda tudo) está detalhada no guia completo de consulta de marca no INPI, ponto de partida pra praticamente todo empreendedor que chega até aqui procurando "marcas e patentes" junto.
O lado patente da história em Londrina
Londrina sedia a UEL, Universidade Estadual de Londrina, um dos maiores polos universitários do norte do Paraná, com pesquisa aplicada que atravessa décadas de reconstrução do agronegócio local desde a geada de 1975. É esse tipo de ambiente, laboratório, pesquisa agronômica, desenvolvimento de processo ou insumo, que de fato encosta no universo de patentes. Bem diferente do dia a dia de quem batiza uma agroindústria, uma cooperativa ou uma loja de produto acabado.
Se o seu caso é nome de empresa, de produto ou de linha de negócio, a resposta está na consulta de marca, não na de patente, e é aí que a Oneck atua: em 20 anos registrando marca no INPI, já são mais de 500 marcas tiradas do papel. A pesquisa de viabilidade é gratuita, sem compromisso, e evita pagar de novo a taxa do INPI depois de um indeferimento que dava pra ter previsto. [Falar com a Oneck →]



